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Algumas perguntas antes de contratar um instalador

Algumas perguntas antes de contratar um instalador

Postado 2016/03/31

O papel do instalador de áudio e vídeo ou integrador vem mudando ao longo dos anos. Com as novidades tecnológicas é preciso que este profissional esteja familiarizado com padrões, normas e as novidades do segmento, caso contrário você pode acabar tendo uma grande “dor de cabeça”.

O instalador não apenas passa os fios e coloca os aparelhos em seus lugares, hoje seu trabalho é muito mais detalhado e complexo, exigindo assim capacitação técnica para operar esses novos equipamentos.
Ainda é muito comum vermos instaladores autônomos, mas estes já não podem mais trabalhar sozinho. Eles precisam saber escolher os parceiros adequados para cada serviço solicitado pelo cliente. Sabendo dessa necessidade, muitos fabricantes oferecem programas de treinamento a seus revendedores e integradores credenciados.
Quem não consegue acompanhar a dinâmica desses eventos acaba ficando para trás perante seus concorrentes. E, seguindo a evolução e a complexidade dos sistemas, essa deficiência vai se tornando cada vez mais evidente, até mesmo para o usuário que contrata os serviços.
Nos EUA, este profissional sempre teve sua importância reconhecida e seu trabalho valorizado. No Brasil, parte dos consumidores não reconhece isso.
É comum vermos o próprio consumidor escolher e instalar seus equipamentos por conta própria, muitas vezes, optando por produtos inadequados e em alguns casos os danificando no momento da “tentativa” de instalação. Ou ainda contrata o profissional mais barato que encontra, sem nenhuma referência. Nos dois casos, os aborrecimentos posteriores são quase certos.
Para ajudar no trabalho de escolha de um bom instalador para o seu sistema de home theater e/ou automação residencial, montamos um pequeno roteiro com perguntas e respostas. Confira:
1. Quais são as referências?
R. Não se deixe levar pelo fator preço. Verifique a experiência do profissional, os cursos de que participou (a maioria gosta de exibir seu currículo) e se está, de fato, atualizado tecnicamente.
2. Quais são seus trabalhos anteriores?
R. É interessante visitar obras já realizadas pelo integrador e, se possível, saber a opinião de seus outros clientes. Nesse segmento, recomendações são um dos parâmetros mais importantes.
3. Existem fotos de trabalhos já realizados?
R. Esse procedimento é comum, por exemplo, entre arquitetos e designers. Fotos de seus projetos, principalmente se já publicadas, dão uma boa ideia da competência do profissional. Lembre-se que esse é um trabalho de equipe, em que o relacionamento entre integrador e arquiteto conta muito. Mas, se o cliente anterior autorizou fazer fotos de sua casa, é sinal de que está satisfeito.
4. A empresa possui show-room?
R. Não é comum entre profissionais autônomos, mas no caso de empresas de projeto é um item fundamental. O show-room deve exibir variedade de marcas, estilos e preços. E o tipo de demonstração diz muito sobre a confiabilidade de seus profissionais.
5. Por que é essencial uma visita técnica?
R. Quem manda fazer um móvel ou pintar uma casa não pode dispensar uma visita prévia do profissional encarregado, para conhecer o espaço e a estrutura do local. Assim é também com sistemas eletrônicos. A visita e uma entrevista detalhada, para avaliar as necessidades do cliente, já podem ser consideradas “parte do trabalho”. E servem também para uma avaliação do serviço a ser prestado. Muitas empresas, com razão, cobram por isso.
6. Quais são os fornecedores?
R. Todo integrador ou empresa de projetos tem suas preferências em termos de marcas. Significa que confia naquele fabricante e mantém bom relacionamento com ele. Como suporte pós-venda é um dos aspectos fundamentais no atendimento, é útil saber quem são esses parceiros e que tipo de cobertura ou garantia oferecem. E o contrário também vale: se o integrador trabalha com boas marcas, quer dizer que estas o recomendam.
7. Os equipamentos possuem garantia?
R. Complementando o item anterior, é fundamental para o usuário saber a procedência dos produtos que serão utilizados em sua casa. Qual é o procedimento em caso de problema? O fato de trabalhar diretamente com o fabricante (ou seu distribuidor oficial) indica a seriedade do integrador e dá maior segurança para fechar o negócio. Alguns profissionais autônomos preferem não vender os aparelhos, cobrando apenas pela especificação e instalação. Nesse caso, o próprio usuário deve adquiri-los numa loja de sua preferência – claro, com as devidas garantias.
8. Como é o suporte pós-venda?
R. Geralmente, esse é um dos itens mais controvertidos na relação cliente-integrador. Tudo depende de um bom relacionamento, e a confiança entre ambos é importantíssima. Sim, o sistema instalado pode apresentar problemas; nesse caso, qual será a postura do integrador? Haverá uma pessoa em condições de fazer o reparo rapidamente? Essa visita será cobrada? E se o usuário quiser fazer um upgrade do equipamento: quanto isso irá custar? Todos esses detalhes devem ser conversados. E, é claro, se o cliente ficar satisfeito com o trabalho, a tendência é que sempre procure aquele profissional quando precisar.
9. Quem é o responsável?
R. Quando se trata de um instalador autônomo, não há o que discutir: qualquer problema com o sistema será de sua responsabilidade. Quando há vários profissionais envolvidos, é muito importante que um deles – e apenas um – seja o contato do cliente. Algumas empresas possuem um “gerente de projetos”, que normalmente faz esse papel. Isso evita confusões e mal-entendidos.
10. Pode haver atrasos?
R. Como toda obra, um projeto de home theater envolve prazos que às vezes não podem ser cumpridos. Principalmente quando se integra a sistemas de automação e/ou quando se estende a mais de um cômodo da casa. Conta muito também a infraestrutura prévia: para um imóvel já construído, o tempo de obra quase sempre é mais longo. Convém, portanto, estar preparado para atrasos e acompanhar de perto o andamento do trabalho.
Tem dúvidas para a instalação de seu sistema? Fale com quem entende do assunto

 

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